"Não tem porque interpretar um poema. O poema já é uma interpretação." (Mário Quintana)
Aos Mestres, com carinho!
Drummond, Vinícius, Bandeira, Quintana e Mendes Campos
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sábado, 1 de junho de 2019
sábado, 30 de março de 2019
terça-feira, 30 de outubro de 2018
sexta-feira, 30 de março de 2018
segunda-feira, 10 de julho de 2017
quinta-feira, 1 de junho de 2017
quinta-feira, 25 de maio de 2017
sexta-feira, 31 de março de 2017
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Prezado amigo Afonsinho
Morreu Carlos Alberto Torres, capitão da seleção brasileira de futebol, campeã mundial em 1970. Time considerado o melhor do Brasil em todos os tempos. Há quem discorde, e eleja a seleção de Telê Santana de 1982, mesmo não tendo sido campeã. Nunca soube nada da vida e do pensamento do “Capita”, apenas uma vez o vi comentar a final da copa do mundo de 1986, entre a Argentina de Maradona e a Alemanha. Declarou que torcia pela Alemanha. A Argentina venceu por 3X2. Pensei, na época: “Como um negro latino-americano torce pela Alemanha em vez de torcer pelos nossos irmãos argentinos.” Ele tinha os seus motivos e eu os meus. Ídolos futebolísticos tenho pouquíssimos: Afonsinho, Dr. Sócrates e Dom Diego Maradona.
I.F.
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Henfil - "Carta a Elis Regina"
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Elis,
Tudo bem. Nenhuma pista sobre tua morte. Tipo crime perfeito. Precisa
ver. Os perplexos seguem as pegadas duma tal fama assassina que devora seus
filhos. Os nascidos nos anos 40 já acham que tá é passando um flautista,
convocando a geração "da gente" (Ri! Ri! Ri!). Os legistas shibatam
tuas vísceras à cata de comprimidos e tóxicos.
Tu despistou todo mundo.
Mas eu, eu encontrei a caixa-preta. E vou dormir:
Nós homens te matamos, mulher.
Você dobrou tua voz e venceu. Dobrou teus negócios e venceu. Dobrou tua consciência
política e venceu.
Quis ser mulher livre e perdeu...
Nós homens te exigimos alta, linda e gostosa. Nós homens te espancamos a
murros e pontapés uma, duas, de dez vezes. Nós homens te obrigamos a lavar
roupa e cozinhar pra nos sustentar. Nós homens te forçamos a se humilhar diante
do teu povo, cantando de joelhos o hino nacional. Aí, nós homens, sem
perguntar, te enterramos no cemitério dos mortos-vivos do Caboco. Mamadô. Nós
homens te exibimos em churrascarias. Nós homens te vestimos de azul, vermelho,
branco, roxo, amarelo, preto e cortamos teu cabelo curtim feito Joana
d"Arc.
E você só queria namorar nós homens.
Mas nós homens não conseguimos namorar uma mulher livre.
Perplexos, quarentões e médicos-legistas!
Podem suspender as diligências.
Tá na caixa-preta:
fomos nós, homens.
Henfil
Sreet

segunda-feira, 22 de agosto de 2016
sexta-feira, 20 de maio de 2016
sexta-feira, 15 de abril de 2016
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Uma definição de amor
Elis: "Uma dor (risos) que não cabe no mundo (risos)"
Rápido,
rápido, rápido:
Uma
definição de amor...
Elis cantando Atrás da Porta, de Chico...
Elis cantando Atrás da Porta, de Chico...
(Itárcio Ferreira)
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