"Não tem porque interpretar um poema. O poema já é uma interpretação." (Mário Quintana)
Aos Mestres, com carinho!
Drummond, Vinícius, Bandeira, Quintana e Mendes Campos
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terça-feira, 7 de maio de 2019
sábado, 6 de agosto de 2016
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Dona Tereza - Azulão
Mané:
Dona Tereza, queira me perdoar
Pois a senhora não precisa chorar
O falecido era meu amigo e eu lhe digo:
Tô aqui pra lhe ajudar
Pois a senhora tá uma coroa muito boa
E ainda pode se casar
Dona Tereza, queira me perdoar
Pois a senhora não precisa chorar
O falecido era meu amigo e eu lhe digo:
Tô aqui pra lhe ajudar
Pois a senhora tá uma coroa muito boa
E ainda pode se casar
Dona Tereza:
Mané, você tem coragem de pensar bobagem numa hora dessa!
Mané, foi um grande erro, depois do enterro a gente conversa!
Mané, você tem coragem de pensar bobagem numa hora dessa!
Mané, foi um grande erro, depois do enterro a gente conversa!
Mané:
Dona Tereza, tô arrependido
Fui atrevido, queira me perdoar
Mas acontece que o meu coração tá com razão
A senhora é uma grande mulher
Por isso eu digo que a senhora goste ou que não goste
A proposta vai ficar de pé
Dona Tereza, tô arrependido
Fui atrevido, queira me perdoar
Mas acontece que o meu coração tá com razão
A senhora é uma grande mulher
Por isso eu digo que a senhora goste ou que não goste
A proposta vai ficar de pé
Dona Tereza:
Tá certo, Mané, eu sei
Mas fica feio responder agora
Talvez, Mané, talvez
Lá pro fim do mês a gente namora
Tá certo, Mané, eu sei
Mas fica feio responder agora
Talvez, Mané, talvez
Lá pro fim do mês a gente namora
(Elias Soares)
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